quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

MAÇÃO SOB NEVOEIRO


Através de espessa camada de nevoeiro, vislumbra-se o belo presépio, bem à vista dos passantes, concebido e construído por funcionárias e utentes do Novo Lar da Santa Casa da Misericórdia.
Em dias de inverno a beleza de Mação.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1970 - PLANO DE ACTIVIDADES PARA 1971 DA CÂMARA MUNICIPAL DE MAÇÃO

O Conselho Municipal aprovou o plano de actividades para o próximo ano que prevê importantes melhoramentos públicos.
As obras que compõem o Plano incidem sobre: Abastecimento de Água; Construção e Reparação de Estradas e Caminhos Municipais; Electrificações e Outras Obras.

In Diário do Ribatejo - 17/Dezembro/1970

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1977 - MAÇÃO SEM PROFESSORES EM NÚMERO SUFICIENTE

Quando os Sindicatos dos Professores desautorizaram o MEIC informando da impossibilidade das aulas principiarem na data anunciada - 10 de Outubro - muita gente disse logo tratar-se de uma manobra desestabilizadora dos Sindicatos.
O tempo veio, contudo, confirmar o desmentido do Sindicato dos Professores. Efectivamente já em Novembro, e não havia  o menor indício do começo das aulas nas Escolas Preparatória e Secundária desta vila.
As causas são as mesmas em todo o país: não há professores nomeados em número suficiente que permita o arranque das aulas.

In Diário do Ribatejo - 15/Dezembro/1977

domingo, 14 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1978 - ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DE MAÇÃO

No Cartório Notarial desta vila celebrou-se a escritura de constituição da Associação Desportiva de Mação, que se propõe desenvolver o desporto, a cultura e o recreio, a nível do concelho.
Para angariação de fundos, a A.D.M. realizou um baile  no último dia 3 e vai efectuar outro no sábado dia 23.

In Diário de Coimbra - 14/Dezembro/1978

sábado, 13 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1977 - FINALMENTE PRINCIPIARAM AS AULAS NA ESCOLA SECUNDÁRIA

Em 5 de Dezembro, finalmente, começaram as aulas na escola secundária desta vila.
Com quase todos os professores colocados, foi possível ao Conselho Directivo dar início às aulas.
Continua a ser censurável a forma como o MEIC procedeu à colocação dos professores, o que originou o grande atraso - quase 2 meses - na reabertura das aulas nesta vila.

In Diário de Coimbra - 13/Dezembro/1977

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1975 - AINDA NÃO COMEÇARAM AS AULAS DO ENSINO SECUNDÁRIO

Inscreveram-se cerca de 450 alunos para frequentar o ciclo secundário e o ciclo complementar, agora oficiais, e que serão ministrados nas instalações do antigo Colégio D. Pedro V.
Já foram nomeados os  directores, para a escola secundária, a Dra. Maria Elisa Flores dos Santos Pólvora e para a escola preparatória, o Dr. Rui Manuel Lisboa Epifânio.
Há instalações, alunos, directores, mas não há professores, porque os candidatos inscritos, e são bastantes, aguardam a sua nomeação.
Supõe-se que as aulas já não começarão este ano, com os consequentes prejuízos que esse atraso acarreta. 
Não há que pôr culpas a qualquer entidade a nível local, pois todas as pessoas directamente ligadas ao empreendimento têm dado o melhor do seu esforço no sentido de que rapidamente Mação tenha em funcionamento o seu ensino secundário oficial. 

In Diário de Coimbra - 10/Dezembro/1975 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1973 - SEGUNDA FASE DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA O SARAMPO

Uma brigada do Centro de Saúde Local tem estado a proceder à segunda fase da campanha de vacinação contra o sarampo, tendo-se já deslocado a algumas freguesias do concelho.
Cumulativamente, nas instalações daquele Centro tem-se procedido à vacinação das crianças residentes na freguesia de Mação.

In Diário do Ribatejo - 4/Dezembro/1973

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1977 - FUTEBOL DO INATEL

Prosseguiu o campeonato de futebol do INATEL no qual estão interessadas seis equipas do concelho.
Os resultados desta segunda jornada foram os seguintes: Ortiga 2 - Cardigos 1; Penhascoso 1 - Bemposta 1; São Facundo 0 - Mação 2 e Mouriscas 5 - Envendos 0.
A equipa da Casa do Povo de Mação comanda o campeonato.

In Diário de Coimbra - 3/Dezembro/1975

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1983 - 007 É CULTURA?

É verdade, James Bond, o agente que tem licença para matar, o espião de luxo que vive estonteantes aventuras com mulheres fabulosas, segundo a crítica especializada, é promovido pela Associação Cultural de Mação, a protagonista de filme de qualidade. Muito se conhece de 007, umas vezes Roger Moore, outras Sean Connery, criação de Ian Fleming e que, quiçá, representa uma vida que não existe. Pouco se conhece, porém, da Associação Cultural de Mação, fundada em Junho de 1981 e que, no ultimo domingo, fez passar um filme de Bond que, é evidente, nada tem a ver com cultura.

In Diário de Coimbra - 1/Dezembro/1983

domingo, 30 de novembro de 2014

MAÇÃO 1967 - PRIMEIRAS PALAVRAS

Usualmente são de saudação as primeiras palavras do diálogo entre o novo jornal e o leitor. Seguimos o costume e saudamos também os leitores a quem esta parte do «Diário do Ribatejo» especialmente se destina.

In Diário do Ribatejo - 30/Novembro/1967

sábado, 29 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1983 - PRINCIPIARAM FINALMENTE AS AULAS NA ESCOLA SECUNDÁRIA

O «D.C.» noticiou oportunamente os motivos que impediam o recomeço das aulas na Escola Secundária desta vila, agora a funcionar em novo e belo conjunto de edifícios. 
Podemos agora informar que os 420 alunos matriculados nos cursos secundário e complementar já começaram as suas actividades escolares, ultrapassados que foram os problemas técnicos que obstavam à abertura da escola.
No entanto, e segundo anuncia o conselho directivo, não é possível entrar em funcionamento o bufete, o que causa enormes dificuldades quer a alunos, quer a professores.
Efectivamente, se considerarmos que uma grande quantidade de alunos, a viver nas várias freguesias do concelho, tem de sair de suas  casas bastante cedo, para começar o seu dia escolar por volta das 8.30 horas, só regressando à noite, é deplorável que não possam ter à disposição os serviços de um bufete que lhes permitisse alimentarem-se de um modo económico.

In Diário de Coimbra - 29/Novembro/1983

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

MAÇÃO - PROGRESSO OU RETROCESSO


«Mação, vila, sede de concelho rural e de freguesia, julgado municipal da comarca de Abrantes, distrito de Santarém, diocese de Portalegre, relação de Lisboa. O concelho tem oito freguesias com um total de 19045 habitantes, distribuídos   por 5732 fogos, cabendo à sede  4104 habitantes, em 1290 fogos. A escassa produtividade agrícola do seu terreno, em grande parte coberto de olivedo e pinhais, orientou o concelho para a actividade industrial. Assim tem fábricas de lanifícios e de curtumes, , desenvolvendo-se ainda indústrias de salsicharia, pecuária, de sapataria e de serração».
É deste modo, em dez linhas, que Mação é referenciada na edição de 1967 de «Focus - Enciclopédia Internacional».
Seis anos, hoje, na vida de uma localidade é um período demasiado longo para que não deixem de se verificar mutações no sentido do progresso ou, o que é pior, na direcção do retrocesso.
Já em 1967 esta referência da  «Enciclopédia Focus» era demasiado benévola em relação às potencialidades do concelho. Dizer-se que o concelho estava orientado para a actividade industrial era apenas desconhecer-se o que se pretende significar com as palavras actividade industrial.
Falar-se ainda em indústrias de pecuária e sapataria é um erro crasso, que se pode levar à conta de deficiências nas fontes de informação, que consideraram uns simples criadores de gado por industriais de pecuária e alguns sapateiros por fabricantes de calçado. Quanto às fábricas de curtumes há muito que deixaram de existir.
Não pretendemos, contudo, vir aqui criticar a referência inserta na citada Enciclopédia, mas tão somente, seis anos depois, dar uma panorâmica actual, breve e simplista do concelho mais nordestino do distrito de Santarém, que permita um cotejo com a menção aqui transcrita.

A Emigração

Vamos classificar de retrocesso o decréscimo populacional observado no período em apreço.
Segundo os números do censo de 1970, a população é de 14946 habitantes, com 4971 fogos, cabendo à sede do concelho 1019 habitantes.
À semelhança de quase todos os concelhos do país, observou-se aqui, com intensidade, uma corrente emigratória intensa. Legalizados ou a «salto», homens e mulheres partiram em busca de melhores salários para as mais díspares partidas do mundo: França, Alemanha, Holanda, Luxemburgo, Canadá e Brasil. O Ultramar também foi sonho de melhores dias para alguns, Angola e Moçambique acolheram muitos maçaenses. Por último, também os grandes centros urbanos do país chamaram muita gente, seduzidos por uma vida mais fácil - os mais novos - e por salários mais elevados e mais facilidade de educar os filhos - os mais idosos.
Como consequência da falta de mão de obra opera-se uma reconversão na indústria agrícola. A floresta ocupa o lugar das culturas tradicionais. O pinheiro e o eucalipto passam a abundar no concelho.
Mas o homem cria riqueza e consome-a. Sem gente, e esta é uma verdade cristalina, não pode haver progresso. Que interessam escolas funcionais, hospitais eficientes, estradas excelentes, se não há pessoas para utilizarem todos estes bens? O comércio não tem a quem vender e estiola. A indústria debate-se com graves problemas de mão de obra e atrasa-se nos seus programas de desenvolvimento. Os campos sem gente que lhes revolva as entranhas acabam por ser presa das ervas daninhas, transformando-se em terra inútil. Um deserto é uma terra sem vida humana. Um concelho onde a população vai diminuindo transformar-se-á, em poucos anos, em lembrança do passado.

Apesar de Tudo

Apesar de todas as perspectivas sombrias de um futuro sem ninguém, os homens que ainda permanecem no concelho lutam por melhorias e têm-nas obtido.

A Educação

Foram escassos os progressos conseguidos no campo educacional. Criaram-se alguns postos oficiais de tele-escola na sede e em diversas freguesias do concelho. Este ano lectivo, e aproveitando-se a existência de um externato liceal, instituiu-se o ensino gratuito para o ciclo preparatório.
É pouco. O concelho quer um estabelecimento de ensino oficial polivalente, que ministre cursos liceais e técnicos. Só assim se poderá criar uma nova geração que venha apoiar a incipiente indústria concelhia.

A Saúde

No sector da saúde possui-se uma assistência razoável, em termos de comparação com o que se passa pelo resto do país. Um hospital moderno, com a categoria de subregional, um centro de saúde, alguns médicos, praticamente toda a população está coberta pela segurança social. Não colhe a pena destacar-se aqui a deficiências de que enferma este tipo de assistência.
É forçoso porém assinalar a utopia que representa desejar-se grande cirurgia num hospital subregional e mini-hospitais nas freguesias do concelho. Com a carência de médicos e de enfermeiros, com o elevado custo das instalações hospitalares e respectivo apetrechamento técnico, só uma deficiente gestão dos dinheiros públicos aconselharia a implantação de pequenas unidades hospitalares, com um mínimo de eficiência, em zonas de escassa população, para mais, localizadas próximo de centros urbanos, com hospitais à disposição das suas populações.

A Electricidade

O concelho caminha para a sua completa electrificação. Está presentemente a proceder-se à instalação da rede eléctrica na freguesia da Aboboreira, a última das sedes de freguesia ainda não servida pela electricidade.
Mas nem todos os lugares do concelho estão electrificados. Nem nunca o poderão vir a ser. Há zonas que pelo seu reduzido número de habitantes não justificam, de qualquer modo, um investimento de tamanha grandeza como é o do transporte da electricidade.

As Vias de Comunicação

Talvez um dos grandes óbices a um maior desenvolvimento do concelho seja a sua deficiente rede de vias de comunicação, de traçado sinuoso e incomodativo e de piso deficiente.
Há uma grande esperança na Estrada Nacional 3, que ligará Castelo Branco a Alcanena e consequentemente às novas auto-estradas. Mas o maçaense só nela acreditará quando as máquinas começarem a rasgar as suas terras.
Esta estrada seria o motor de arranque para o desenvolvimento industrial do concelho pela possibilidade que lhe daria de encurtar distâncias com duas cidades de relativo desenvolvimento industrial: Abrantes e Castelo Branco.

Factores de Progresso

Como factores reais de progresso assinale-se a restauração da Comarca, a criação de uma agência bancária, que poderá ser o suporte financeiro de que as actividades industriais do concelho necessitam, a exploração em termos de indústria das águas medicinais da Ladeira, e a constante valorização do pinheiro e eucalipto e, cumulativamente, da resina.
Mas outros factores poderiam concorrer para o progresso de Mação: electricidade barata e abundância de água. E quando escrevemos isto lembramo-nos das dificuldades com que as indústrias de Envendos e São José das Matas têm deparado para se abastecerem deste precioso líquido.

Homens Dinâmicos

Não esqueçamos, porém, o factor humano. São necessários empresários dinâmicos e empreendedores que saibam e possam criar no concelho as indústrias que, remunerando convenientemente o trabalho, tirem do espírito das pessoas o desejo de emigrarem.

In Diário do Ribatejo - 28/Novembro/1973

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1983 - ESTÁ A DECORRER O II SALÃO MAÇAENSE DE ARTE

O Museu Municipal Dr. João Calado Rodrigues, com instalações provisórias num edifício  anexo ao complexo das piscinas municipais, tem levado a cabo nos últimos meses uma obra meritória na divulgação da arte. Promoveu agora o II Salão Maçaense de Arte em que estão representados os pintores Álvaro Ramos, António Cardoso, António Colaço, José Alexandre, Lucília Moita, Luís Reis, Luís Silva, Manuel Nobre, Mário Delgado e Paula Dias e os escultores António João Esteves, Laranjeira e Roney Barreto.
Essencialmente com uma função didáctica, esta mostra pretende ser no que concerne à pintura, a sinopse dos mais importantes movimentos pictóricos, partindo do cubismo(1906) até à nova escola da geração de 80. Se bem que não totalmente conseguido este propósito, os não iniciados, como será o caso da grande maioria dos visitantes, poderão apreender uma visão global da evolução da pintura no nosso século.
Aconselha-se vivamente a visita ao II Salão Maçaense de Arte, que permanecerá aberto até meados do próximo mês.

In Diário de Coimbra - 26/Novembro/1983

terça-feira, 25 de novembro de 2014

FESTIVAL DO AZEITE NOVO, MIGAS, ALMEIRÃO E ENCHIDOS


É já no próximo sábado, 29 de Novembro, que se iniciará o novo festival gastronómico, feito à base de   produtos nativos, o almeirão, o azeite e os enchidos, e que vai durar até ao último dia do ano. Os restaurantes aderentes, os habituais nove, estão distribuídos por quase todo o concelho. As ementas colocadas à disposição dos bons gourmets não são de molde a criar grandes apetites, não surge nada de substancial, contudo, só no final de Dezembro será possível avaliar o interesse provocado por mais este festival de gastronomia. 

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1972 - O RELÓGIO JÁ TRABALHA

O relógio da torre, que aqui foi alvo de um dos nossos comentários, depois de alguns meses, já recomeçou a trabalhar, o que,diga-se, não é sem tempo.

In Diário do Ribatejo - 24/Novembro/1972

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1974 - FISCALIZAÇÃO DE PREÇOS

Seria muito conveniente que uma brigada de fiscalização passasse por esta localidade para verificar os preços que se praticam nos géneros essenciais que estão tabelados, na não afixação de preços, etc..
Quanto mais não fosse, uma visita desta natureza serviria para que os comerciantes tomassem conhecimento que há uma legislação sobre preços que foi feita para ser cumprida.

In Diário do Ribatejo - 21/Novembro/1974

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1973 - OBRAS PARA AS NOVAS INSTALAÇÕES DE UMA AGÊNCIA BANCÁRIA

Iniciaram-se há pouco tempo as obras de adaptação de um antigo armazém de tecidos para as novas instalações da Agência do Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa, nesta vila, actualmente instalado provisoriamente, no Largo Infante D. Henrique.
Pelo que nos foi dado saber, aquele estabelecimento bancário, que ficará localizado frente aos Paços do Concelho, pelas suas instalações modernas virá a valorizar grandemente aquela zona.

In Diário do Ribatejo - 20/Novembro/1973

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1977 - CONTESTADA A JUNTA DE FREGUESIA DA ORTIGA

Em redor da Junta da Freguesia da Ortiga, eleita sob a sigla I.O. (Independentes da Ortiga), mas dizendo-se conotada com o PSD, gera-se um movimento de desagrado, havendo parte dos habitantes da povoação vizinha do Tejo a pedir a sua demissão.
As razões desta contestação são complexas, não sendo de desprezar as incompatibilidades surgidas entre os seus diversos membros.

In Diário de Coimbra - 19/Novembro/1977

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

domingo, 16 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1976 - NORMALIZADO O ABASTECIMENTO DE ÁGUA

Mercê das chuvas abundantes que têm caído nos últimos tempos, foi finalmente normalizado o abastecimento de água à vila, terminando as restrições que desde há longos meses causavam sérios incómodos a todas as actividades da vila quer comerciais, quer industriais e bem assim às necessidades domésticas.  
Também devido à escassez  do precioso líquido, as piscinas municipais, pelo segundo ano consecutivo,
estiveram encerradas.

In Diário de Coimbra - 16/Novembro/1976

sábado, 15 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1976 - ELEIÇÕES PARA AS AUTARQUIAS LOCAIS

Pelo Tribunal Judicial foram afixadas as listas de candidatos concorrentes às autarquias locais.
Assim para a Câmara Municipal concorrem a FEPU; o PS e o PSD/PPD; à Assembleia Municipal estarão presentes aqueles partidos mais os GDUPs..
Quanto às Assembleias de Freguesia temos as seguintes listas concorrentes: Aboboreira - PS e PSD/PPD; Amêndoa - PSD/PPD e Independentes; Cardigos - CDS e PSD/PPD; Carvoeiro - PSD/PPD e Independentes; Envendos - Independentes; Mação- FEPU; PS e PSD/PPD; Ortiga - FEPU e Independentes; Penhascoso - PS e PSD/PPD.

In Diário de Coimbra - 15/Novembro/1976

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1976 - FEIRA DOS SANTOS

Apesar da chuva, que começou a cair ao princípio da tarde com certa abundância,  ter afastado muita gente, foi uma grande Feira dos Santos, como já vem sendo tradicional, quiçá a mais importante que se realiza em toda a região. 
Os cereais, que atingiram preços elevados, esgotaram-se rapidamente e dos frutos da época, apenas reduzidas quantidades ficaram em poder dos feirantes.

In Diário de Coimbra - 13/Novembro/1976