sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

RECORDAÇÃO DA NOITE DE NATAL

A bela árvore do Natal na Praça do Comércio em Lisboa



Olhar fugitivo sobre a árvore natalícia, as últimas compras, para familiares e amigos, sobrepõem-se ao prazer da vista..

MEMÓRIA 1984 - A ASSEMBLEIA MUNICIPAL DECORREU SOB O SIGNO DO DESENCANTO

Com um certo desencanto decorreu a última reunião da Assembleia Municipal: o desinteresse parece ter-se apoderado da grande maioria dos autarcas.
É um facto que os temas da ordem de trabalhos eram demasiados áridos e inconclusivos para que a grande parte  dos vogais estivesse disposta a tratá-los. E as bancadas da maioria, por cobertura ao executivo, nunca discutem os temas da responsabilidade da Câmara Municipal.

In Diário de Coimbra - 25/Dezembro/1984

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

NATAL SEGUNDO FERNANDO PESSOA


Natal...Na província neva.
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.

Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo
'stou só e sonho saudade.

E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

A MALA ESQUECIDA


O viajante,  provavelmente espantado pela ausência de mulheres e homens, esqueceu a sua pequena mala, onde, talvez,  guardasse alguns segredos. Quando notar a sua falta, será tarde, o comboio  estará distante.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1976 - RESULTADOS DAS ELEIÇÕES PARA AS AUTARQUIAS LOCAIS

Câmara Municipal
1º. -  PPD/PSD com 3308 votos; 2º. - PS com 2042 votos e 3º. - FEPU com 260 votos.
Foi eleito presidente Diamantino Pereira Leitão do PSD, sendo ainda eleitos três vereadores deste Partido e três do PS.
Assembleia Municipal
1º.- PPD/PSD com 3250 votos: 2º. - PS com 2294 votos; 3º. - FEPU com 234 voos e 4º. - GDUPs. com 132 votos.
Foram eleitos seis candidatos do PSD e quatro do PS.
Assembleias de Freguesia
Aboboreira
1º. - PPD/PSD com 304 votos e 2º. - PS com 147 votos.
Amêndoa
PPD/PSD com 502 votos.
Cardigos
1º. - CDS com 551 votos; e 2º. - PPD/PSD com 545 votos
Carvoeiro
1º. - PPD/PSD com 389 votos e 2º. - Independemtes do Carvoeiro com 147 votos.
Envendoss
Independentes de Envendos com 501 votos.
Mação
1º. - PS  com com 520 votos e  2º. - PPD/PSD com 477 votos.
Ortiga
1º. - Independentes da Ortiga com 232 e FEPU com 173 votos.
Penhascoso
1º. - PS com 524 votos e 2º. PPD/PSD com 213 votos.

In Diário de Coimbra - 22/Dezembro/1976

sábado, 20 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1980 - NATAL DO BOMBEIRO 1980

Como vem acontecendo todos os anos, a direcção dos Bombeiros Voluntários de Mação vai promover o Natal dos Bombeiros - 1980.
Nesse sentido endereçou um apelo a todos os amigos dos Voluntários lembrando os préstimos que no decorrer do ano foram prestados à comunidade, em centenas de serviços efectuados, e pedindo o seu contributo particularmente estimulante nesta quadra que se atravessa.

In Diário de Coimbra - 20/Dezembro/1980

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O VELHO PATRIOTA


Nos meses agitados de 1975, teve a coragem de liderar o movimento que derrotou aqueles que pretendiam instalar em Portugal uma ditadura de esquerda, antes havia lutado duramente, o que lhe custou muitas prisões, contra uma ditadura de direita. É uma figura da democracia e da liberdade. Agora, atingidos os noventa anos, os figurões  que nunca arriscaram um cabelo, atacam-no porque diz ou escreve verdades.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

MAÇÃO SOB NEVOEIRO


Através de espessa camada de nevoeiro, vislumbra-se o belo presépio, bem à vista dos passantes, concebido e construído por funcionárias e utentes do Novo Lar da Santa Casa da Misericórdia.
Em dias de inverno a beleza de Mação.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1970 - PLANO DE ACTIVIDADES PARA 1971 DA CÂMARA MUNICIPAL DE MAÇÃO

O Conselho Municipal aprovou o plano de actividades para o próximo ano que prevê importantes melhoramentos públicos.
As obras que compõem o Plano incidem sobre: Abastecimento de Água; Construção e Reparação de Estradas e Caminhos Municipais; Electrificações e Outras Obras.

In Diário do Ribatejo - 17/Dezembro/1970

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1977 - MAÇÃO SEM PROFESSORES EM NÚMERO SUFICIENTE

Quando os Sindicatos dos Professores desautorizaram o MEIC informando da impossibilidade das aulas principiarem na data anunciada - 10 de Outubro - muita gente disse logo tratar-se de uma manobra desestabilizadora dos Sindicatos.
O tempo veio, contudo, confirmar o desmentido do Sindicato dos Professores. Efectivamente já em Novembro, e não havia  o menor indício do começo das aulas nas Escolas Preparatória e Secundária desta vila.
As causas são as mesmas em todo o país: não há professores nomeados em número suficiente que permita o arranque das aulas.

In Diário do Ribatejo - 15/Dezembro/1977

domingo, 14 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1978 - ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA DE MAÇÃO

No Cartório Notarial desta vila celebrou-se a escritura de constituição da Associação Desportiva de Mação, que se propõe desenvolver o desporto, a cultura e o recreio, a nível do concelho.
Para angariação de fundos, a A.D.M. realizou um baile  no último dia 3 e vai efectuar outro no sábado dia 23.

In Diário de Coimbra - 14/Dezembro/1978

sábado, 13 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1977 - FINALMENTE PRINCIPIARAM AS AULAS NA ESCOLA SECUNDÁRIA

Em 5 de Dezembro, finalmente, começaram as aulas na escola secundária desta vila.
Com quase todos os professores colocados, foi possível ao Conselho Directivo dar início às aulas.
Continua a ser censurável a forma como o MEIC procedeu à colocação dos professores, o que originou o grande atraso - quase 2 meses - na reabertura das aulas nesta vila.

In Diário de Coimbra - 13/Dezembro/1977

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1975 - AINDA NÃO COMEÇARAM AS AULAS DO ENSINO SECUNDÁRIO

Inscreveram-se cerca de 450 alunos para frequentar o ciclo secundário e o ciclo complementar, agora oficiais, e que serão ministrados nas instalações do antigo Colégio D. Pedro V.
Já foram nomeados os  directores, para a escola secundária, a Dra. Maria Elisa Flores dos Santos Pólvora e para a escola preparatória, o Dr. Rui Manuel Lisboa Epifânio.
Há instalações, alunos, directores, mas não há professores, porque os candidatos inscritos, e são bastantes, aguardam a sua nomeação.
Supõe-se que as aulas já não começarão este ano, com os consequentes prejuízos que esse atraso acarreta. 
Não há que pôr culpas a qualquer entidade a nível local, pois todas as pessoas directamente ligadas ao empreendimento têm dado o melhor do seu esforço no sentido de que rapidamente Mação tenha em funcionamento o seu ensino secundário oficial. 

In Diário de Coimbra - 10/Dezembro/1975 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1973 - SEGUNDA FASE DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA O SARAMPO

Uma brigada do Centro de Saúde Local tem estado a proceder à segunda fase da campanha de vacinação contra o sarampo, tendo-se já deslocado a algumas freguesias do concelho.
Cumulativamente, nas instalações daquele Centro tem-se procedido à vacinação das crianças residentes na freguesia de Mação.

In Diário do Ribatejo - 4/Dezembro/1973

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1977 - FUTEBOL DO INATEL

Prosseguiu o campeonato de futebol do INATEL no qual estão interessadas seis equipas do concelho.
Os resultados desta segunda jornada foram os seguintes: Ortiga 2 - Cardigos 1; Penhascoso 1 - Bemposta 1; São Facundo 0 - Mação 2 e Mouriscas 5 - Envendos 0.
A equipa da Casa do Povo de Mação comanda o campeonato.

In Diário de Coimbra - 3/Dezembro/1975

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

MEMÓRIA 1983 - 007 É CULTURA?

É verdade, James Bond, o agente que tem licença para matar, o espião de luxo que vive estonteantes aventuras com mulheres fabulosas, segundo a crítica especializada, é promovido pela Associação Cultural de Mação, a protagonista de filme de qualidade. Muito se conhece de 007, umas vezes Roger Moore, outras Sean Connery, criação de Ian Fleming e que, quiçá, representa uma vida que não existe. Pouco se conhece, porém, da Associação Cultural de Mação, fundada em Junho de 1981 e que, no ultimo domingo, fez passar um filme de Bond que, é evidente, nada tem a ver com cultura.

In Diário de Coimbra - 1/Dezembro/1983

domingo, 30 de novembro de 2014

MAÇÃO 1967 - PRIMEIRAS PALAVRAS

Usualmente são de saudação as primeiras palavras do diálogo entre o novo jornal e o leitor. Seguimos o costume e saudamos também os leitores a quem esta parte do «Diário do Ribatejo» especialmente se destina.

In Diário do Ribatejo - 30/Novembro/1967

sábado, 29 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1983 - PRINCIPIARAM FINALMENTE AS AULAS NA ESCOLA SECUNDÁRIA

O «D.C.» noticiou oportunamente os motivos que impediam o recomeço das aulas na Escola Secundária desta vila, agora a funcionar em novo e belo conjunto de edifícios. 
Podemos agora informar que os 420 alunos matriculados nos cursos secundário e complementar já começaram as suas actividades escolares, ultrapassados que foram os problemas técnicos que obstavam à abertura da escola.
No entanto, e segundo anuncia o conselho directivo, não é possível entrar em funcionamento o bufete, o que causa enormes dificuldades quer a alunos, quer a professores.
Efectivamente, se considerarmos que uma grande quantidade de alunos, a viver nas várias freguesias do concelho, tem de sair de suas  casas bastante cedo, para começar o seu dia escolar por volta das 8.30 horas, só regressando à noite, é deplorável que não possam ter à disposição os serviços de um bufete que lhes permitisse alimentarem-se de um modo económico.

In Diário de Coimbra - 29/Novembro/1983

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

MAÇÃO - PROGRESSO OU RETROCESSO


«Mação, vila, sede de concelho rural e de freguesia, julgado municipal da comarca de Abrantes, distrito de Santarém, diocese de Portalegre, relação de Lisboa. O concelho tem oito freguesias com um total de 19045 habitantes, distribuídos   por 5732 fogos, cabendo à sede  4104 habitantes, em 1290 fogos. A escassa produtividade agrícola do seu terreno, em grande parte coberto de olivedo e pinhais, orientou o concelho para a actividade industrial. Assim tem fábricas de lanifícios e de curtumes, , desenvolvendo-se ainda indústrias de salsicharia, pecuária, de sapataria e de serração».
É deste modo, em dez linhas, que Mação é referenciada na edição de 1967 de «Focus - Enciclopédia Internacional».
Seis anos, hoje, na vida de uma localidade é um período demasiado longo para que não deixem de se verificar mutações no sentido do progresso ou, o que é pior, na direcção do retrocesso.
Já em 1967 esta referência da  «Enciclopédia Focus» era demasiado benévola em relação às potencialidades do concelho. Dizer-se que o concelho estava orientado para a actividade industrial era apenas desconhecer-se o que se pretende significar com as palavras actividade industrial.
Falar-se ainda em indústrias de pecuária e sapataria é um erro crasso, que se pode levar à conta de deficiências nas fontes de informação, que consideraram uns simples criadores de gado por industriais de pecuária e alguns sapateiros por fabricantes de calçado. Quanto às fábricas de curtumes há muito que deixaram de existir.
Não pretendemos, contudo, vir aqui criticar a referência inserta na citada Enciclopédia, mas tão somente, seis anos depois, dar uma panorâmica actual, breve e simplista do concelho mais nordestino do distrito de Santarém, que permita um cotejo com a menção aqui transcrita.

A Emigração

Vamos classificar de retrocesso o decréscimo populacional observado no período em apreço.
Segundo os números do censo de 1970, a população é de 14946 habitantes, com 4971 fogos, cabendo à sede do concelho 1019 habitantes.
À semelhança de quase todos os concelhos do país, observou-se aqui, com intensidade, uma corrente emigratória intensa. Legalizados ou a «salto», homens e mulheres partiram em busca de melhores salários para as mais díspares partidas do mundo: França, Alemanha, Holanda, Luxemburgo, Canadá e Brasil. O Ultramar também foi sonho de melhores dias para alguns, Angola e Moçambique acolheram muitos maçaenses. Por último, também os grandes centros urbanos do país chamaram muita gente, seduzidos por uma vida mais fácil - os mais novos - e por salários mais elevados e mais facilidade de educar os filhos - os mais idosos.
Como consequência da falta de mão de obra opera-se uma reconversão na indústria agrícola. A floresta ocupa o lugar das culturas tradicionais. O pinheiro e o eucalipto passam a abundar no concelho.
Mas o homem cria riqueza e consome-a. Sem gente, e esta é uma verdade cristalina, não pode haver progresso. Que interessam escolas funcionais, hospitais eficientes, estradas excelentes, se não há pessoas para utilizarem todos estes bens? O comércio não tem a quem vender e estiola. A indústria debate-se com graves problemas de mão de obra e atrasa-se nos seus programas de desenvolvimento. Os campos sem gente que lhes revolva as entranhas acabam por ser presa das ervas daninhas, transformando-se em terra inútil. Um deserto é uma terra sem vida humana. Um concelho onde a população vai diminuindo transformar-se-á, em poucos anos, em lembrança do passado.

Apesar de Tudo

Apesar de todas as perspectivas sombrias de um futuro sem ninguém, os homens que ainda permanecem no concelho lutam por melhorias e têm-nas obtido.

A Educação

Foram escassos os progressos conseguidos no campo educacional. Criaram-se alguns postos oficiais de tele-escola na sede e em diversas freguesias do concelho. Este ano lectivo, e aproveitando-se a existência de um externato liceal, instituiu-se o ensino gratuito para o ciclo preparatório.
É pouco. O concelho quer um estabelecimento de ensino oficial polivalente, que ministre cursos liceais e técnicos. Só assim se poderá criar uma nova geração que venha apoiar a incipiente indústria concelhia.

A Saúde

No sector da saúde possui-se uma assistência razoável, em termos de comparação com o que se passa pelo resto do país. Um hospital moderno, com a categoria de subregional, um centro de saúde, alguns médicos, praticamente toda a população está coberta pela segurança social. Não colhe a pena destacar-se aqui a deficiências de que enferma este tipo de assistência.
É forçoso porém assinalar a utopia que representa desejar-se grande cirurgia num hospital subregional e mini-hospitais nas freguesias do concelho. Com a carência de médicos e de enfermeiros, com o elevado custo das instalações hospitalares e respectivo apetrechamento técnico, só uma deficiente gestão dos dinheiros públicos aconselharia a implantação de pequenas unidades hospitalares, com um mínimo de eficiência, em zonas de escassa população, para mais, localizadas próximo de centros urbanos, com hospitais à disposição das suas populações.

A Electricidade

O concelho caminha para a sua completa electrificação. Está presentemente a proceder-se à instalação da rede eléctrica na freguesia da Aboboreira, a última das sedes de freguesia ainda não servida pela electricidade.
Mas nem todos os lugares do concelho estão electrificados. Nem nunca o poderão vir a ser. Há zonas que pelo seu reduzido número de habitantes não justificam, de qualquer modo, um investimento de tamanha grandeza como é o do transporte da electricidade.

As Vias de Comunicação

Talvez um dos grandes óbices a um maior desenvolvimento do concelho seja a sua deficiente rede de vias de comunicação, de traçado sinuoso e incomodativo e de piso deficiente.
Há uma grande esperança na Estrada Nacional 3, que ligará Castelo Branco a Alcanena e consequentemente às novas auto-estradas. Mas o maçaense só nela acreditará quando as máquinas começarem a rasgar as suas terras.
Esta estrada seria o motor de arranque para o desenvolvimento industrial do concelho pela possibilidade que lhe daria de encurtar distâncias com duas cidades de relativo desenvolvimento industrial: Abrantes e Castelo Branco.

Factores de Progresso

Como factores reais de progresso assinale-se a restauração da Comarca, a criação de uma agência bancária, que poderá ser o suporte financeiro de que as actividades industriais do concelho necessitam, a exploração em termos de indústria das águas medicinais da Ladeira, e a constante valorização do pinheiro e eucalipto e, cumulativamente, da resina.
Mas outros factores poderiam concorrer para o progresso de Mação: electricidade barata e abundância de água. E quando escrevemos isto lembramo-nos das dificuldades com que as indústrias de Envendos e São José das Matas têm deparado para se abastecerem deste precioso líquido.

Homens Dinâmicos

Não esqueçamos, porém, o factor humano. São necessários empresários dinâmicos e empreendedores que saibam e possam criar no concelho as indústrias que, remunerando convenientemente o trabalho, tirem do espírito das pessoas o desejo de emigrarem.

In Diário do Ribatejo - 28/Novembro/1973

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

MEMÓRIA 1983 - ESTÁ A DECORRER O II SALÃO MAÇAENSE DE ARTE

O Museu Municipal Dr. João Calado Rodrigues, com instalações provisórias num edifício  anexo ao complexo das piscinas municipais, tem levado a cabo nos últimos meses uma obra meritória na divulgação da arte. Promoveu agora o II Salão Maçaense de Arte em que estão representados os pintores Álvaro Ramos, António Cardoso, António Colaço, José Alexandre, Lucília Moita, Luís Reis, Luís Silva, Manuel Nobre, Mário Delgado e Paula Dias e os escultores António João Esteves, Laranjeira e Roney Barreto.
Essencialmente com uma função didáctica, esta mostra pretende ser no que concerne à pintura, a sinopse dos mais importantes movimentos pictóricos, partindo do cubismo(1906) até à nova escola da geração de 80. Se bem que não totalmente conseguido este propósito, os não iniciados, como será o caso da grande maioria dos visitantes, poderão apreender uma visão global da evolução da pintura no nosso século.
Aconselha-se vivamente a visita ao II Salão Maçaense de Arte, que permanecerá aberto até meados do próximo mês.

In Diário de Coimbra - 26/Novembro/1983

terça-feira, 25 de novembro de 2014

FESTIVAL DO AZEITE NOVO, MIGAS, ALMEIRÃO E ENCHIDOS


É já no próximo sábado, 29 de Novembro, que se iniciará o novo festival gastronómico, feito à base de   produtos nativos, o almeirão, o azeite e os enchidos, e que vai durar até ao último dia do ano. Os restaurantes aderentes, os habituais nove, estão distribuídos por quase todo o concelho. As ementas colocadas à disposição dos bons gourmets não são de molde a criar grandes apetites, não surge nada de substancial, contudo, só no final de Dezembro será possível avaliar o interesse provocado por mais este festival de gastronomia.