
Sabe-se agora que na AT foi criada uma lista - reduzida - de contribuintes notáveis, quatro apenas, Cavaco Silva, Passos Coelho, Paulo Portas e Paulo Núncio. A entrada nos dados fiscais destes contribuintes emitia um alerta seguido de um aviso ao funcionário em causa para que justificasse a intromissão. Ainda na semana passada, no Parlamento, dois dirigentes de topo da AT afirmaram que o sistema preventivo de violação do sigilo fiscal não tinha sido implantado. Como diria o cómico "não havia necessidade" para tanta mentira. Também abalada fica a credibilidade, se é que a tinha, do diário de maior tiragem no país, ao publicar, numa recente edição, uma lista VIP englobando nomes como Cristiano Ronaldo, José Sócrates, José Mourinho, entre outras figuras muito
badaladas.
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